Sobre os resultados das eleições para o Parlamento Europeu 2019

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1. O resultado da CDU, não só é particularmente negativo para a defesa dos interesses do povo e do País no Parlamento Europeu, como não corresponde quer ao ambiente de apoio expresso durante a campanha, quer ao reconhecimento que continuadamente foi feito do trabalho da CDU no Parlamento Europeu e da contribuição decisiva do PCP e do PEV para o percurso de avanços nas condições de vida alcançados, nos últimos três anos e meio.

Com este resultado é a defesa dos interesses do povo e do País no Parlamento Europeu que saem fragilizados. Se as eleições agora realizadas se revestiam de inegável significado, as eleições legislativas de Outubro próximo serão o momento decisivo para determinar o rumo da vida política nacional e a vida do povo português para os próximos anos.

O resultado de hoje deve constituir sinal de alerta para todos quantos têm nas suas mãos o poder de decidir se querem, com o reforço da CDU, fazer avançar o País e as suas vidas, ou se querem correr o risco de andar para trás e perder o que se conquistou em direitos, salários e pensões de reforma.

O resultado agora verificado só reforça a necessidade de se ampliar a consciência em mais e mais portugueses que o reforço da CDU nas eleições legislativas de Outubro é a condição central para que o que foi conquistado com a luta e a persistente acção do PCP e do PEV não ande para trás, e para que se avance na defesa, reposição e conquista de direitos.

O que importa neste momento sublinhar é que o reforço da CDU é o elemento decisivo para avançar com uma política alternativa, patriótica e de esquerda, liberta das imposições da União Europeia e do Euro.

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Avançar é preciso, pelo povo e o País – Carlos Gonçalves

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O PCP e a CDU são a força que luta por novos avanços, na defesa dos trabalhadores, do povo e do País, na afirmação de direitos, desenvolvimento, soberania, na transformação social e na construção de um Portugal com futuro.

Estamos aqui e agora no coração da luta para construir, com determinação, inteligência e confiança, até domingo, até Outubro, e até sempre, um desfecho eleitoral e político que abra de facto o rumo alternativo, patriótico e de esquerda, que rompa com a desgraça de décadas de política de direita, de exploração e submissão.

Esta é uma luta difícil. Estamos no auge da batalha eleitoral para o Parlamento Europeu (PE), um tempo decisivo para construir o resultado e que por isso nos exige que enfrentemos toda a parafernália de manipulação ideológica, política e mediática, de mistificação, asfixia, vexação e prepotência das classes dominantes.

Mentiras e encomendas

Vêm de longe o anticomunismo e a calúnia da luta dos trabalhadores e do povo. Hoje, com o comando imperialista e o domínio «oligopolista» das redes de informação e dos grandes media, a intoxicação ideológica e a manipulação de massas atingem um nível nunca visto. A «lavagem ao cérebro», o preconceito e a mistificação funcionam como atestado de impunidade. Qualquer Melo do CDS, Rangel do PSD e outros, confrontados com as suas posições antinacionais ou antipopulares no PE, logo fulminam a «diabólica» Venezuela e protestam contra o «assédio» comunista; qualquer ex-ministro PS, perante os factos da cedência a interesses especulativos, logo invoca uma perseguição vermelha. E fica assim: anticomunistas, ofendidos, cândidos e impunes.

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«O Porto pintou-se com as cores da CDU!»

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Arruada da CDU no Porto, 23 de Maio

«Aqueles que andaram a dizer que a CDU só pisava terrenos firmes, bastiões, hoje vão ter de dizer que o Porto pintou-se com as cores da CDU», disse João Ferreira, à tarde, no final de uma arruada na baixa da «invicta».

O primeiro candidato da CDU ao Parlamento Europeu (PE) fez o percurso entre os Aliados e a Rua de Santa Catarina acompanhado pelo Secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, e pelos também candidatos Diana Ferreira, Tiago Oliveira, Sandra Pereira, João Pimenta Lopes e Mariana Silva.

Ilda Figueiredo e Alfredo Maia, mandatário distrital da candidatura do PCP-PEV, também integraram a cabeça de um desfile que a determinado momento encheu por completo a Rua 31 de Janeiro, que sobe os Aliados até à Batalha.

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Os deputados da CDU ao Parlamento Europeu e Arouca

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Miguel Viegas, deputado do PCP ao PE, reúne com pescadores e visita as imediações da ETAR da Ribeira – Arouca, 1 de Junho de 2018

O trabalho dos deputados da CDU é marcado por uma forte ligação às populações e aos seus problemas, como se constata nas inúmeras visitas e reuniões com trabalhadores, associações e escolas, tanto através da deslocação de deputados a todo o país como convidando alunos e entidades a visitar o Parlamento Europeu. Esta estreita ligação permite, depois, consolidar posições e melhor as defender nos plenários e comissões do Parlamento Europeu. Arouca não fugiu à regra. Por duas vezes alunos de Arouca, em 2011 da ESA e em 2018 do AEA, visitaram o Parlamento Europeu, da primeira vez a convite de Ilda Figueiredo, tendo sido João Ferreira o anfitrião e da segunda a convite de Miguel Viegas com João Pimenta Lopes como anfitrião.

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Campanha a crescer para um grande resultado no próximo domingo

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O resultado da Coligação Democrática Unitária (PCP-PEV) nas eleições do próximo domingo para o Parlamento Europeu começou a ser construído assim que foi apresentado o primeiro candidato, João Ferreira, numa grande iniciativa em Lisboa a 17 de Janeiro. De então para cá, e particularmente após a apresentação pública da lista, a 15 de Março, foram muitas as acções realizadas, privilegiando o contacto directo, envolvendo os candidatos e milhares de activistas: comícios, almoços, jantares e convívios, debates, arruadas e jornadas de contacto com os trabalhadores e as populações, junto a empresas e locais de trabalho, estabelecimentos comerciais, terminais e estações, praças e ruas das cidades, vilas e aldeias de todo o País.

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CDU volta a pedir clarificação sobre o que «andaram a fazer no PE»

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Contacto com pescadores em Peniche, 21 de Maio

Entre homens do mar, João Ferreira insistiu em apelar às restantes forças políticas para que clarifiquem posições sobre «o que andaram a fazer e o que pretendem fazer» no Parlamento Europeu.

O desafio reiterado ao longo da campanha pelo primeiro candidato da CDU sobre diversas matérias, foi desta vez feito a propósito da defesa da pesca de cerco, ou não estivesse o candidato de comunistas e ecologistas, acompanhado pelos também candidatos Mariana Silva, do PEV, e João Delgado, do PCP, no porto de pesca daquela cidade.

Já perto da hora do almoço, entre embarcações que chegavam da faina e outras que a preparavam, João Ferreira recebeu daqueles que retiram do mar o pão de cada dia, palavras de reconhecimento pela intervenção realizada pela CDU no euro-hemiciclo em defesa da pesca e dos pescadores.

Ouviu-os, ainda, reafirmar reivindicações persistentes como a valorização da primeira venda do pescado e a alocação de mais meios de avaliação e monitorização dos recursos. Justamente algumas das batalhas que o PCP-PEV tem travado no PE.

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Aos Arouquenses

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Caro Arouquense,

Nas eleições para o Parlamento Europeu de 26 de Maio, onde serão eleitos os 21 deputados que durante cinco anos representarão o nosso povo e o nosso país na União Europeia, é importante eleger deputados que assumam a defesa do interesse e da soberania de Portugal como tarefa primeira.

O processo de integração europeia tem sido feito pelos governos, à revelia dos povos e ao sabor dos interesses das grandes potências. Se olharmos para o histórico, Portugal começou por trocar dinheiro por produção, prosseguindo o corte da capacidade produtiva com a redução das quotas de produção, com a privatização dos sectores estratégicos e com a moeda única e as suas restrições orçamentais. A rematar tudo isto veio a carestia do Memorando da Troika. O resultado é fácil de ver – neste ano de 2019 chegam, por dia, 10 milhões de euros em fundos, mas saem, em juros da dívida, 20.

Sem Portugal contrariar a submissão ao Euro e à União Europeia o país não terá os recursos necessários à melhoria dos serviços públicos e a um investimento público que permita resolver os problemas das regiões, o que para Arouca significa, por exemplo, atirar a conclusão da Variante, o Ordenamento Florestal e o apoio aos produtos da terra para o dia de S. Nunca.

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10 Compromissos do Partido Ecologista «Os Verdes»

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No dia 26 de maio decorrem as eleições para o Parlamento Europeu para as quais os portugueses vão eleger 21 Eurodeputados.

O Partido Ecologista Os Verdes (PEV) concorre integrado na CDU – Coligação Democrática Unitária – coligação formada com o Partido Comunista Português (PCP) e à qual se junta a Associação Intervenção Democrática (ID) e numerosos independentes, homens e mulheres sem partido, que partilham connosco a defesa da justiça social, da igualdade de oportunidades, do respeito pelos direitos dos cidadãos e pela diversidade cultural e estão comprometidos com a defesa dos valores naturais, da sustentabilidade e da solidariedade.

Direitos e valores que exigem um outro caminho para a União Europeia. Um caminho onde os vários Estados estejam em pé de igualdade, um caminho que não afaste os cidadãos das tomadas de decisão. Um caminho que não destrua a soberania dos Estados para facilitar o domínio das grandes potências económicas ou das grandes multinacionais.

Direitos que exigem uma União Europeia que dê respostas sólidas para a conservação da Natureza e a salvaguarda das espécies, que proteja a agricultura familiar e biológica, que dê resposta à ameaça das Alterações Climáticas e que promova a Paz. Uma União Europeia que promova o trabalho com direitos e não o assalto das grandes multinacionais.

Não chega apelar às mudanças de comportamentos dos cidadãos, exigem-se políticas de fundo que protejam os nossos mares, os nossos solos, que promovam uma alimentação saudável, que preservem a biodiversidade animal e vegetal. Exigem-se políticas que ponham fim à delapidação dos recursos naturais e que promovam o equilíbrio entre o Homem e a Natureza.

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