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De todos os bandalhos – e são tantos! – instalados nas instituições europeias e organismos da UE, bandalhos que ninguém elegeu e que tratam a UE e os países membros como coisa sua, há um canalha que se destaca no asco que (me) provoca: o comissário dos assuntos económicos Olli Rehn.
Bem em consonância com os tiques típicos da sua região de origem, este verdadeiro inútil raramente consegue esconder o desprezo que lhe inspiram os Parlamentos e os deputados eleitos pelos povos dos países membros da UE. Raramente consegue disfarçar o nojo com que lida com “a gentinha do sul”. É-lhe impossível não revelar o xenófobo sentimento de “superioridade racial” que escorre como lama de quase todas as suas declarações.
Há uns meses, dizia que já tinha tido «demasiada paciência e imaginação» com Portugal.
Há dias, numa reunião sobre “recomendações” económicas aos países membros da UE, declarou que «a Portugal cabe simplesmente implementar o programa acordado com a troika».
Agora, sobre a Grécia e defendendo que «não há plano B para evitar a bancarrota», afirma que mais austeridade, independentemente do que queiram, pensem, ou votem os deputados eleitos e o povo grego… «é o único caminho».
Começa a já nem ser preciso dizer o que penso desta caricatura manhosa de democracia em que vivemos, a mando de gangsters internacionais e dos seus lacaios locais.
Posso não viver tanto… mas assim como já antes vivi para assistir à morte do bandalho António de Oliveira Salazar e da sua ditadura fascista, viverei até quando for possível, perseguindo o sonho de ver estes bandalhos modernos com os dentes partidos. (Sim, sim… hoje estou irritado e com falta de pachorra…)