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Numa altura em que se revelam os dados da pobreza em Portugal, uma nota é de sublinhar: 2 em cada 5 crianças em Portugal vivem abaixo do limiar da pobreza. Não são números, são crianças a quem falta alimentação, vestuário, acesso gratuito à educação e à saúde, enfim, os direitos mais básicos e fundamentais do ser humano.

Em Aveiro, onde se candidatam figuras de outros partidos que dizem combater a pobreza, é preciso sublinhar que nunca o distrito viu as suas pessoas empobrecerem tanto: mais de 40.000 crianças ficaram sem abono de família, cerca de 50% dos desempregados não têm qualquer protecção social, os abonos a pessoas com deficiência foram reduzidos, o subsídio social de maternidade foi severamente cortado, direitos sociais de apoio às famílias extintos (o tão propagandeado cheque família aquando do nascimento dos filhos, a majoração do abono, a majoração do subsídio de desemprego em caso de desemprego do casal, a majoração do rendimento social de inserção consoante o número de filhos). Esta é a marca da “governação socialista” com o apoio do PSD e CDS-PP.

A CDU foi a única força política a apresentar propostas de apoio às famílias que representassem efectivamente o cumprimento da função social da maternidade e paternidade, na defesa do superior interesse da criança.

Assim, são compromissos da CDU em Aveiro: a exigência do pagamento do subsídio por maternidade, paternidade e adopção a 100% do salário, a alteração das regras de atribuição do abono de família tornando-o uma prestação universal, a majoração dos apoios às grávidas e a alteração da legislação laboral para protecção das mães e pais trabalhadores.

Com a CDU, por uma política de defesa dos direitos das crianças, por um futuro com direitos e dignidade.

Lúcia Gomes

Aveiro, 1 de Junho de 2011