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Um debate marcado pela discussão em torno da intervenção ilegítima externa que está em curso por parte do FMI e da UE e que, por mais voltas ilusões que se queiram construir e por mais medos que se queiram instalar, Paulo Portas e o CDS, estão, com PS e PSD, profundamente amarrados.
Jerónimo de Sousa, demonstrando que a actual situação do país é inseparável do papel que PS, PSD e CDS assumiram nos últimos 35 anos, reafirmou a necessidade de uma ruptura e uma mudança na vida política nacional.

Denunciando o papel da banca e dos grupos económicos, o negócio do BPN, a extorsão dos recursos nacionais por parte do grande capital, Jerónimo de Sousa confrontou o CDS com o seu silêncio face aos lucros escandalosos destes, com os custos decorrentes do chamado empréstimo da troika (designadamente os mais de 20 mil milhões de euros de juros) e com o facto de ser a mando e em benefício da banca que esta intervenção externa se faz. Silêncio que não é compatível com o discurso, tantas vezes demagógico, em defesa dos reformados (cujas reformas serão congeladas com a intervenção externa) ou dos agricultores (que também podem agradecer ao CDS as consequências das reformas da PAC).

Valorização dos salários e pensões, defender a produção nacional, tributar os lucros do grande capital, renegociar a dívida pública, Jerónimo de Sousa afirmou assim, um rumo alternativo, um caminho patriótico e de esquerda para o país, que merece o apoio e a confiança de cada vez mais portugueses.